A perda de si: Cartas de Antonin Artaud

A perda de si: Cartas de Antonin Artaud

NOOK Book(eBook)

$4.99

Available on Compatible NOOK Devices and the free NOOK Apps.
WANT A NOOK?  Explore Now
LEND ME® See Details

Overview

Coleção Marginália: as bordas do universo literário Depois de A aventura do estilo – Ensaios e Correspondências de Henry James e Robert Louis Stevenson, o segundo livro da coleção Marginália, dedicada a textos pouco conhecidos de grandes escritores modernos, apresenta pela primeira vez ao leitor brasileiro uma seleção abrangente das cartas do francês Antonin Artaud (1896-1948), um dos mais influentes artistas e pensadores do século XX, escritas em diferentes momentos de sua vida a amigos como Anaïs Nin, André Breton, Jacques Rivière e outros. Organizado pela professora da PUC-Rio Ana Kiffer, A perda de si revela, por meio dessa correspondência rica em reflexões sobre teatro, literatura, marxismo e psicanálise, entre outros temas, a gênese e as transformações do pensamento de Artaud, um dos grandes renovadores da dramaturgia do século XX, que influenciou não só nomes ligados ao teatro, como Peter Brook e José Celso Martinez Corrêa, mas também escritores do movimento beat e intelectuais como Gilles Deleuze e Jacques Derrida.

Product Details

ISBN-13: 9788581226927
Publisher: Rocco Digital
Publication date: 06/07/2017
Series: Marginália
Sold by: Bookwire
Format: NOOK Book
Pages: 176
File size: 470 KB

About the Author

Nascido em Marselha em 1896, Antonin Artaud é um dos grandes renovadores da dramaturgia do século XX. As propostas do seu Teatro da Crueldade influenciaram encenadores diversos, do britânico Peter Brook ao brasileiro José Celso Martinez Corrêa. Seus escritos influenciariam desde os escritores beats dos anos 1950, como Allen Ginsberg, e os movimentos culturais dos 1960 até pensadores como Gilles Deleuze e Jacques Derrida. O teatro e seu duplo, um dos seus principais escritos sobre a arte do teatro, tornou-se referência de grandes diretores como Peter Brook, Jerzy Grotowski e Eugênio Barba. A partir do final dos anos 30, passa a ser internado em vários manicômios franceses, onde produz uma intensa correspondência com seu médico-responsável, Gaston Ferdière. Faleceu em Paris, em 1948.

Customer Reviews